globoVivemos hoje uma discussão do passado que volta à tona que fim terão as mídias como jornal e revista. Antigamente, a questão era em torno do rádio com a chegada da Tv.

Bom, não podemos simplesmente generalizar, pois cada um tem o seu espaço e seu publico. É muito simples diferenciar essas mídias umas das outras, primeiramente porque a verba que vai para o meio impresso é bem maior, pois a publicidade pode ser mais explorada no que refere a espaço. Hoje, os maiores anunciantes em jornais, com certeza, são construtoras e as Casas Bahia, que chegam a ocupar de duas a quatro páginas só com anúncios, porem, a internet facilita, não perde dinâmica, é mais atrativa e o seu custo para divulgação é mais em conta, além de conseguir entreter e possibilitar interação. Também não podemos esquecer que as métricas ajudam a mostrar os resultados de uma campanha.

O jornal, por ser, hoje, um gerador de caixa, não deixará de existir. No entanto, deverá sofrer uma queda como o rádio teve com a introdução da TV no brasil.

Não, podemos simplesmente colocar em cheque uma mídia tradicional que surge no Pais, em especial no Rio de Janeiro, a Gazeta que começou a circular em 10 de setembro de 1808, com fantásticos anúncios e os famosos classificados. Os portais de notícias de hoje se baseiam ainda neste modelo de diagramação, com um tom diferente, textos curtos, sucintos e objetivos. Não que o jornal, não tenha esse foco, mas estamos falando de espaços e um novo modelo de gerar conteúdo.

A internet chega como facilitadora e compartilha toda às informações em até 5 segundos. Basta apenas visitar o love ou estrela Google, para obter as tais informações. Os questionamentos que ficam a vagar são as ferramentas que chegam com aspectos de inovação, colaboração, entretenimento e que ainda buscam uma alta afirmação por parte dos gestores de comunicação como twitter e blogs, as vacas leiteiras, estão aí para nos ajudar portais verticais ou horizontais. Entretanto, a cada dia surgem novas ferramentas e novos modelos. Segundo dados obtidos junto ao IVC (Instituto Verificador de Circulação), que audita jornais no País, a circulação média diária de jornais no Brasil no ano passado, cresceu 5% em 2008, de 4,14 milhões de exemplares para 4,35 milhões.

Portanto, dizer que é o fim das mídias tradicionais é um equívoco, dizer que estão com seus dias contados é outro equívoco, mas, vale ressaltar que essas empresas devem abrir espaço para novos usuários que estão chegando, pois esses devem ser conquistados pelos veículos impressos, de que maneira, cabe aos gestores analisarem o perfil desses novos usuários e visualizarem que nem tudo é web e que nem tudo é impresso, tentar casar essas duas mídias para campanhas é, sim, um novo modelo de se comunicar, pois alguém nessa história vai acabar virando um abacaxi.

E você, o que acha disso tudo?
Artigo: ViniDias


Sobre o Autor:  Vinicius Dias, formado em Publicidade e Propaganda com ênfase em Agronegócio, especialista em Gestão de Comunicação em Hipermídia. Atualmente trabalha na Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo na de assessoria de comunicação responsável pela área de Marketing Digital. Contato: http://meadiciona.com/cavdias


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